sábado, junho 18, 2011

sou ser de sentir!


...Eu vivo de sensações, envolvo-me num abraço, entrego-me num beijo... sou toda toque, cheiro e cor. Preciso de pele para viver... as vezes mais do que de ar, as vezes mais do que sangue a correr nas veias tenho amor, paixão, calor... as vezes mais do que àgua necessito beijar. Nasci para viver intensamente a sensação de sentir, tocar, saborear ...a pele... a tua pele!

domingo, maio 15, 2011

...porque gosto!

Gosto muito de ti!!! Posso dizer-te? Posso dizer-te que desde que entraste na minha vida viraste o meu mundo ao contrario... e por isso mesmo o transformaste num lugar melhor para viver?!



Somos humanos e temos defeitos e por vezes, cada um à sua maneira, puxa a brasa para a sua sardinha... e nem sempre resulta em concordância! De verdade que discutimos e temos ideias diferentes! E lutamos por elas.. pela nossa maneira de ver as coisas...



Mas sei que a grande maioria do tempo estamos em sintonia... e fazes-me bem. Sinto-me feliz por poder acordar com com o teu braço à minha volta, ou com o teu beijo de "até logo"... Sinto-me feliz quando entras num sitio onde estou à tua espera, e percebo que, mesmo estando contigo todos os dias, quando te vejo o meu coração bate no mesmo compasso que batia quando percebi o quanto gostava de ti...sentada naquele banco.. enquanto conversávamos de estrelas! Gosto do teu sorriso, e da tua maneira leve de ver as coisas, da tua constante boa disposição e forma de brincar com tudo. Gosto dos teus olhos e da forma como nos olhamos no meio da multidão, como se nada mais existisse, como se os olhos falassem e o olhar fosse um abraço quente. Gosto quando não fazes o que eu quero, só porque sim, e impões a tua vontade, porque nem sempre estou certa e tu também tens razão. Gosto quando me beijas em frente de qualquer pessoa e me dizes ao ouvido "eu amo-te". Gosto de quando me abraças enquanto caminhamos na rua e sentir a tua protecção. Gosto de adormecer e saber que estás ao meu lado porque aí tenho a nítida sensação que tudo na vida faz sentido e que não há outro lugar no mundo onde fosse mais feliz do que ao teu lado, e durmo tranquila.
Gosto de ti, não te digo tanto como sinto. Talvez pelo medo de me expor demais e ficar sem defesas para o caso de um dia me sentir atacada. Mas a verdade é que tu vais baixando a minha guarda e lentamente as coisas vão-se tornando mais simples.




E só por isso quero dizer-te que gosto de ti.... porque gosto!

sábado, abril 09, 2011

Será Felicidade?



Dizem os entendidos que a felicidade não existe! Que é uma utopia! Eu acho que aquilo a que nos foram habituando de que "viveram felizes para sempre" ou de que a felicidade está à nossa espera no futuro é realmente uma utopia! Mas se a felicidade não existe como se chama aquela sensação de plenitude? Mesmo que momentânea? Como se chama aquela sensação de uma mãe que ,após o nascimento de um filho, o sente nos braços pela primeira vez? Eu acredito que existe a felicidade...

Eu acredito que se conseguir-mos aproveitar esses pequenos momentos de prazer... no fim do dia conseguimos ter a sensação de que somos felizes... mesmo que me digam que "ninguém é feliz e quem o for está completamente fora da sua própria realidade"... Então eu estou fora da minha realidade, porque a vida não é um mar de rosas, mas sou feliz cada vez que resolvo um problema, sou feliz cada vez que passo bons momentos com os meus amigos, a rir, a conversar, a aprender, sou feliz quando me deito no ombro da pessoa que Amo e me sinto completa, abençoada e protegida... sou feliz quando acordo de manhã e deixo o sol bater-me no rosto, porque adoro dias de sol e calor! Exitem coisas realmente simples que nos dão essa sensação de felicidade, como descrevia um grande poeta português: " Sou um guardador de rebanhos. O rebanho é os meus pensamentos E os meus pensamentos são todos sensações. Penso com os olhos e com os ouvidos E com as mãos e os pés E com o nariz e a boca. Pensar numa flor é vê-la e cheirá-la E comer um fruto é saber-lhe o sentido. Por isso quando num dia de calor Me sinto triste de gozá-lo tanto, E me deito ao comprido na erva, E fecho os olhos quentes, Sinto todo o meu corpo deitado na realidade, Sei da verdade e sou feliz."

E nesse caso se a felicidade realmente não existe, eu estou realmente completamente fora da minha realidade... e na verdade... Sou Feliz por isso!

sexta-feira, março 18, 2011

Simplesmente perdeu-se!

Ultimamente cada vez que conversamos, dás-me a entender que (passado mais de um ano) percebeste finalmente o que eu te tentei mostrar dia após dia, após dia, durante quatro...
Dás-me a entender nitidamente que sentes saudades, talvez até que gostarias de voltar atrás no tempo... nessa tua arrogância vais deixando cair frases de solidão... e de saudade... envias-me musicas que falam do passado... do que já passou.
Lutei tanto para te mostrar que estava à altura!!!! Fiquei muitas vezes, quando devia ter ido embora, permaneci ao teu lado, até não aguentar mais... até não acreditar mais..
Eu sei.. que te jurei que esperaria por ti, que esperava até solucionares todos os teus medos..... mesmo depois de te deixar!
Mas não esperei, porque a vida é fantástica, e mostrou-me novos começos.
Devia sentir-me orgulhosa, e olhar-te do alto do meu ego e dizer "eu avisei-te"... Eu Avisei-te, que um dia ias querer voltar atrás, que um dia ias dar valor... Eu avisei-te.
Mas não o digo... pelo contrario, cada vez que me dás a entender a tua solidão sinto um vazio, uma vontade de chorar e de te dizer: Porquê? Porque não acreditaste quando era tempo!? Porque me fizeste lutar com todas as forças e me deixaste desistir sem esperança? e agora me vens "assombrar" a lembrar do que poderia ter sido... E NÂO FOI!

Mas agora já está lá atrás... já passou... já não fazes parte de mim... Agora sou Feliz! Porque não segues em frente? Como me juraste que farias?
Preferia que tivesses seguido em frente, que não me estivesses a dar razão.
Na tua arrogância sinto a solidão dos teus dias, sinto as noites em que ficas acordado a olhar para um tecto que eu já fitei por tantas horas, enquanto esperava, e imaginas que ainda estou ai... mas não estou!
Já não estou em nenhum lugar da tua vida! Segui o meu rumo, encontrei a felicidade.
Mas dói.... dói saber que lutei tanto, e precisei abandonar-te para veres que eu existi na tua vida!

Agora já é tarde. Já não faz sentido para mim.
O que quer que tenha existido, que eu tenha sentido, ficou lá atrás... perdido nos meandros do tempo.

segunda-feira, março 14, 2011

Eu e tu somos muitos!

Estar apaixonado, amar, é quase sempre um conto de fadas, um encanto de uma por outra pessoa.
E enquanto se namora (cada um na sua casa) as coisas são mais ou menos simples, estamos com a pessoa que gostamos, e que idealizamos, um determinado tempo e depois vai cada um para sua casa. Mas na verdade nunca chegamos a conhecer verdadeiramente a outra pessoa. É quase sempre uma relação utópica... por aquilo que imaginamos que o outro é!
O que se complica, a partir do momento em que começamos a partilhar o mesmo tecto diariamente, consecutivamente. Nessa altura temos que partilhar o mais intimo de nós próprios.
Não há espaço para, quando há zangas, ir cada um para a sua casa e "depois falamos"... no máximo pode ir um dormir para o sofá!!! Mas ainda não me habituei a essa ideia, gosto de resolver as coisas o mais rápido possível. Ir "dormir chateada" é para simplesmente não dormir de todo.
Por isso há mais "conflitos", porque ambos temos que aprender a ocupar um espaço, a dividir o espaço, a ter que encarar o outro mesmo quando não queremos.
Eu falo por mim... sempre fui bastante individualista nas minhas relações, sempre foi ou "como eu quero" ou "boa viagem"... Por isso sempre foi relativamente fácil para mim não me ligar totalmente a alguém.. apesar de que num "contra-senso" as minhas relações "sérias" sempre terem sido duradouras... entre 2 a 4 anos.
Mas em todas eu tenho, agora, a noção que eu era totalmente independente, saía quando queria, ficava em casa quando queria, amuava quando queria, discutia, dizia o que queria, acho que fui muitas vezes imperialista.
Eu tenho vários momentos em que gosto da solidão... (talvez por ser filha única, não sei!!) sempre tive determinados dias em que não quero sair, não quero ver ninguém, quero ficar no "meu mundo".. o que mesmo vivendo com os pais é relativamente fácil... fecho-me no meu quarto e fico no meu espaço... numa de "Não incomodar" na porta!
Mas a viver com alguém com quem temos uma relação amorosa e que dorme diariamente connosco torna essa maneira de estar praticamente impossível. não posso simplesmente dizer "olha, hoje, éh páh, não me apetece ver ninguém, pega nas tuas coisas e vai dormir a casa dos pais".... Apesar de que acredito que possa haver quem o faça..
Isso já aconteceu comigo... estar numa "fase" em que quero estar comigo.. mas a partir de um determinado momento, a pessoa que vive comigo passou a fazer parte desse "meu mundo" e já não faz sentido se ele não estiver "ali" comigo.
Essa é a parte interessante de viver junto... é que ao conhecer-mos realmente a pesso, ou simplesmente chegamos à conclusão que não somos nada compatíveis... ou (felizmente o meu caso) chegamos à conclusão que vale a pena lutar contra o nosso ego porque a vida sem determinada companhia torna-se mais vazia.
E o mais interessante é que chega a determinada altura em que deixa de ser "LUTAR" e passa simplesmente a ser viver em conjunto, ceder quando é preciso, mas sem a sensação de esforço terrível.
Por vezes ainda é um esforço, ainda quero ser eu a ditar as regras da minha vida!!!! Mas a minha vida Agora é vivida em conjunto com outro ser.. que tem defeitos, que tem dias maus, que nem sempre lhe apetece ouvir o que eu tenho para dizer, que fica cansado também e que provavelmente tem momentos em que também gostaria de estar de novo no "seu mundo", que em certos dias é tudo aquilo que eu idealizava, outros não chega nem a metade daquilo que eu "queria" e noutro supera todas as expectativas..
Viver em conjunto é sem duvida um verdadeiro aprendizado sobre as relações inter-pessoais... deixamos de ser "Eu no meu mundo" para ser "Nós"... em dias bons e menos bons!

quinta-feira, janeiro 06, 2011

I'll take it slowly...please!




Minhas senhoras e meus senhores, dizem que estamos em 2011....
Pois é... já foi Natal, passagem de ano e tudo isso, muita comidinha, mais bebidinha e por aí fora...

E o relógio continua a andar e daqui a pouco o carnaval bate à porta....

Mas enfim... o tempo voa mesmo e não adianta andar a correr atrás dele, nunca o conseguimos apanhar..

Eu percebo que o ano novo, é o inicio de um ciclo e por isso mesmo o fim de um outro. E as pessoas fazem novas promessas, renovam as esperanças, e novos desejos às doze badaladas para Que o ano seja ainda melhor que o anterior.
Mas... não será cada dia um novo ciclo? Não será cada manhã um novo começo? Porque não recomeçar cada manhã com esperanças renovadas de que o dia de HOJE vai ser com certeza melhor que o ontem, porque eu quero mais e melhor para mim? Desejar todas as manhãs alcançar novos objectivos, mais além??? Em vez de acordar a pensar... "oh não... mais um dia de trabalho" ... ou "oh não... mais um dia a aturar os filhos no fim de semana!!!"... ou sei lá eu! Deveríamos antes acordar, respirar fundo e logo pensar "olha... estou Vivo, hoje vou poder fazer melhor do que ontem.... no trabalho vou tentar alcançar aquele projecto que ontem ficou inacabado, vou poder abraçar os meus filhos, mostrar-lhes ainda mais o quanto os amo e ensinar-lhes qualquer coisa nova, vou poder namorar, falar com os amigos, e ser Feliz! Porque eu sou capaz!"
Hmmmm é tão bom este pensamento. De que somos capazes de ser MAIS, cada dia MAIS. Aproveitar o máximo de cada dia é sem duvida uma dádiva, e nós podemos.
Mas eu creio que o ser humano sofre de uma doença grave geral que se chama PREGUIÇA. Preguiça de ser feliz, preguiça para fazer melhor... por isso é mais fácil ao fim de doze meses juntar tudo e fazer logo o s pedidos todos e gastar logo a esperança toda até acabar com as garrafas todas de champanhe lá de casa e cair semi-consciente de felicidade que um novo ciclo está aí... e de embriagado também... normalmente. Porque depois quando vier a ressaca... já começa o "oh não... quero dormir.." em vez do "ainda bem que acordei" :P
Por isso este ano... eu não pedi doze desejos, às doze badaladas, nem subi para um banco e nem bebi uma garrafa inteira de champanhe "para festejar" (mas bebi uma taça, para festejar o ano que passou)........ e agora que penso nisso, se calhar por isso é que o resto da noite correu "tão bem"... Mas enfim... não o fiz.. porque resolvi por em prática esta ideia... de acordar todos os dias e fazer um desejo por dia. :) Vá lá...não me digam que é pedir muito, em vez de doze.. trezentos e sessenta e cinco desejos por ano!!!! ehehe... :P

Este ano não quero que passe a correr com o "oh não, nunca mais é sábado"... quero aproveita-lo TODO e muito bem.
Vou ser ainda mais feliz, ter mais prosperidade e ser capaz de fazer ainda melhor do que o ano que passou.. mas não vai ser por milagre... e sim porque eu vou todos os dias acreditar que sou capaz!
E pronto...
Desejo a todos um FELIZ 2011!

sábado, novembro 13, 2010

Should I be lost... or be found?

I lost my track............ and now I don't know what way to choose...

Sometimes...

I wish to get lost in the path of freedom, of craziness and lightness... get adventurous and go right through the eye of the VOLCANO.. just let my self feel the heat that revivals my body and soul and makes me feel ALIVE.



But then I wish to be found in the path of love and stability. That keep me protectively, not with the heat of a volcano but with a warm of a fireplace, gently holding my body, and showing me the lighter side of the road.

Should I be lost... or be found?

terça-feira, novembro 09, 2010

Agradeço ao Universo

Agradeço ao universo por me ouvir.. Por ouvir cada suspiro, cada duvida, cada pedido e me mostrar as respostas tão rapidamente. Por aquilo a que chamamos de coincidências. É fantástico vê-las aparecer, como se de uma resposta se tratasse, aos pensamentos, às duvidas, ao desassossego.


E algumas dessas respostas vêm nas pessoas com quem me cruzo.. aquelas que entram na minha vida para ficar. Aquelas que me trazem as respostas as duvidas, e me enchem de alegria ou me provocam e incentivam a lutar, a respirar, a viver.


Agradeço a capacidade de ver o que está bem na minha vida e o que preciso mudar com serenidade suficiente.